Jornalismo Verdade
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domingo, 20 de novembro de 2016
sexta-feira, 11 de novembro de 2016
Que Brasil vivemos
Só hoje acordei e tive a sensação que tenho uma missão, reportar os fatos como realmente são!
Estou cansado de assistir a tantas mentiras, tantos lados e nenhum debate produtivo, afinal, que Brasil vivemos?
Eu hoje quero estudar!
Que opções tenho? Três tipos! Que tipos são esses? As públicas, filantrópicas e privadas.
Falemos primeiro das escolas privadas, pois há um preço pelo serviço ofertado. Um preço nem sempre doce, associado ao custo de estudos. Mas que custo estamos falando? As particulares investem nas instalações, contam com quadra desportiva, com maior frequência que as públicas. Bibliotecas, área de laser, restaurante, e não apenas isso. Elas exigem uma serie de itens, alguns variáveis de acordo com a idade do estudante. De glitter a papel ceda, tintas, livros caros, e uma lista que parece não ter fim. Mas o que diferente o ensino privado do público? Nada! Quase sempre, professores das escolas privadas dão aula em escolas públicas, por um motivo simples, não ganham tão bem.
A postura muda? Muda, e como muda! Pagando diretamente do bolso os pais querem resultados, os filhos se sentem donos do conhecimento, a escola vende a qualidade do ensino como diferencial, e os professores seguem dando aulas com livros, ganhando um pouco mais que na rede pública, nos anos iniciais.
As escolas filantrópicas são quase sempre ligadas a alguma instituição, seja a igreja ou organização, como institutos empresariais. Elas seguem uma linha de meio termo, nem são internatos completos, nem totalmente liberais. Vestem o manto da organização, há de fatos umas muito boas, ligadas por exemplo a bancos privados, e outras que perderam seu espaço desde a reabertura econômica pelo simples fato de não terem se atualizado.
E por fim, as escolas públicas. Nesse grupo temos quatro tipos. As públicas municipais, são as piores. Por que elas? Estão ligadas a secretárias, essas são administradas por pessoas de confiança do prefeito ou do partido, quase sempre o último caso. Não significa que saiba o que esteja fazendo, nem a importância do que fará. É contudo uma pessoa despreparada. Mal gerida, a secretária de municípios menores, em que há uma ampla dependência de repasses federais. Contratam pessoas apenas para satisfazer acordos políticos. É comum haver troca de comando ou professores de uma para outra escola, influenciado pela política. O plano pedagógico fica num terceiro plano. Tudo gira entre governistas e opositores, salários e repasses.
As escolas estaduais, estão ligadas a um diretório regional e claro a secretária do estado para a educação. Pela constituição deveriam ter foco no ensino médio. Além dos problemas iniciais, soma-se a escassez de professores para as disciplinas de química, física, matemática e língua estrangeira. O melhor exemplo do fracasso dessas escola está no ensino do inglês, exaustivamente se trabalha com o verbo "to be"! Professores de letras dão aula de química, outros que si quer terminaram a graduação acumulam disciplinas ou quando graduados, exercem áreas além da formação. Resultado? Péssimo ensino!
Temos ainda as escolas militares, com uma doutrina semelhantes as católicas, em rigor. E por fim, temos as federais, quase sempre institutos. Esses últimos seguem o modelo praticado pelas universidades federais, contam com laboratórios, técnicos e professores que não raro também dão aulas em universidades. Resultado? Ampla qualidade!
Então, qual o problema do ensino?
Estou cansado de assistir a tantas mentiras, tantos lados e nenhum debate produtivo, afinal, que Brasil vivemos?
Eu hoje quero estudar!
Que opções tenho? Três tipos! Que tipos são esses? As públicas, filantrópicas e privadas.
Falemos primeiro das escolas privadas, pois há um preço pelo serviço ofertado. Um preço nem sempre doce, associado ao custo de estudos. Mas que custo estamos falando? As particulares investem nas instalações, contam com quadra desportiva, com maior frequência que as públicas. Bibliotecas, área de laser, restaurante, e não apenas isso. Elas exigem uma serie de itens, alguns variáveis de acordo com a idade do estudante. De glitter a papel ceda, tintas, livros caros, e uma lista que parece não ter fim. Mas o que diferente o ensino privado do público? Nada! Quase sempre, professores das escolas privadas dão aula em escolas públicas, por um motivo simples, não ganham tão bem.
A postura muda? Muda, e como muda! Pagando diretamente do bolso os pais querem resultados, os filhos se sentem donos do conhecimento, a escola vende a qualidade do ensino como diferencial, e os professores seguem dando aulas com livros, ganhando um pouco mais que na rede pública, nos anos iniciais.
As escolas filantrópicas são quase sempre ligadas a alguma instituição, seja a igreja ou organização, como institutos empresariais. Elas seguem uma linha de meio termo, nem são internatos completos, nem totalmente liberais. Vestem o manto da organização, há de fatos umas muito boas, ligadas por exemplo a bancos privados, e outras que perderam seu espaço desde a reabertura econômica pelo simples fato de não terem se atualizado.
E por fim, as escolas públicas. Nesse grupo temos quatro tipos. As públicas municipais, são as piores. Por que elas? Estão ligadas a secretárias, essas são administradas por pessoas de confiança do prefeito ou do partido, quase sempre o último caso. Não significa que saiba o que esteja fazendo, nem a importância do que fará. É contudo uma pessoa despreparada. Mal gerida, a secretária de municípios menores, em que há uma ampla dependência de repasses federais. Contratam pessoas apenas para satisfazer acordos políticos. É comum haver troca de comando ou professores de uma para outra escola, influenciado pela política. O plano pedagógico fica num terceiro plano. Tudo gira entre governistas e opositores, salários e repasses.
As escolas estaduais, estão ligadas a um diretório regional e claro a secretária do estado para a educação. Pela constituição deveriam ter foco no ensino médio. Além dos problemas iniciais, soma-se a escassez de professores para as disciplinas de química, física, matemática e língua estrangeira. O melhor exemplo do fracasso dessas escola está no ensino do inglês, exaustivamente se trabalha com o verbo "to be"! Professores de letras dão aula de química, outros que si quer terminaram a graduação acumulam disciplinas ou quando graduados, exercem áreas além da formação. Resultado? Péssimo ensino!
Temos ainda as escolas militares, com uma doutrina semelhantes as católicas, em rigor. E por fim, temos as federais, quase sempre institutos. Esses últimos seguem o modelo praticado pelas universidades federais, contam com laboratórios, técnicos e professores que não raro também dão aulas em universidades. Resultado? Ampla qualidade!
Então, qual o problema do ensino?
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